| Uma nova
chance - enviado por Thaty* |
Sai a pouco de
um relacionamento de um ano, tivemos muitas brigas por ciúmes e envolvimento
de terceiros que sempre faziam intrigas nos levando até a perder o emprego
e nova oportunidades. Estamos separados a 3 meses, mas nesse tempo já
tentamos ratar o namoro 2 vezes. Como ele tem receio de que se voltar para o
casamento tudo será conturbado novamente, nas duas vezes ele me pediu para
ir devagar, mas nesse devagar estava incluso só as vontades dele (ou seja
ele me via ou falava comigo quando queria e sobre o queria, outras conversar
mesmo coisas do dia-a-dia que não o interessavam, ele me anulava)
Sei que existe amor e um grande chance de voltarmos em um relacionamento
estável e feliz. Já procurei inclusive profissionais na área de psicologia
para me orientar em relação a isso, mas não me disseram nada muito concreto.
só para ter paciência. A senhora me daria mais alguma dica de como me manter
perante com mais calma e serenidade, para que eu possa demonstrar através de
atitudes e palavras mudanças? Grata pela atenção. |
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Olá Thaty, seja muito bem
vinda ao nosso site, espero poder te ajudar. Relacionamentos emocionais nem
sempre são um mar de rosas o tempo todo, não é mesmo? Alguns até, nem de
longe parecem com os filmes ou novelas que insistimos em usar como
parâmetros para a vida real. Mas quem somos nós para julgar o que está certo
ou errado? Cada um de nós possui uma série de detalhes, pequenos pontinhos
de um mar de conhecimentos, vontades, ações, desejos. Tudo isso junto dá a
nossa cara, nosso jeitão de ser, nossa PERSONALIDADE. Que não deixa de ser
um emaranhado de emoções que só a gente tem conhecimento. Uma espécie de DNA
da mente. E o que as pessoas ao nosso redor costumam fazer? Elas costumam
julgar os outros conforme sua própria personalidade, esquecendo-se de que
cada um de nós é diferente, nasceu em famílias diferentes, viveu e cresceu
de maneiras diferentes, estudou em colégios diferentes, morou em cidades
diferentes, enfim, cresceu e aprendeu coisas de maneira diferente e
particular, pois é justamente essa a graça da vida: Sermos todos seres
humanos porém com características únicas em cada ser. Portanto não se deixe
levar pela opinião dos outros. Como já dizia aquele velho ditado: "Se
conselho fosse bom se comprava e não se dava a toa". Procure analisar bem
uma crítica ou sugestão antes de tomar decisões. O povo adora comentar da
vida alheia, se esquece mesmo até de resolver seus próprios problemas, porém
na hora de falar o que a gente deve ou não deve fazer estão sempre prontos.
Agora o que você tem que se perguntar é: será que este relacionamento é bom
para você? Ele te completa, te faz feliz? Ele te deixa ser feliz? Ele te
inspira a fazer o seu melhor? Ele te apóia em teus sonhos, teus projetos de
vida? Não tenho dúvidas de que sentimento existe sim. Mas até que ponto este
sentimento é saudável pra você, ou mesmo para seu ex-marido? Será que ambos
só estão vivendo aquela fase de desligamento, onde tudo o que é novo parece
assustador? Falar é fácil, difícil mesmo é fazer essas perguntas para você
mesma. E a chave dessas respostas se chama RESPEITO. Antes de mais nada,
procure respeitar você. Pensar em você em primeiro lugar. Se valorizar.
Aconselho você a procurar amigas, parentes, pessoas que você ama e que amam
você de verdade. Nada mais leal do que amor de mãe e de pai nesses momentos
de crise. Geralmente nessas horas a gente se afasta de quem mais pode nos
ajudar, seja para dar um abraço ou mesmo um puxão de orelha. O que importa é
que seja de coração e com honestidade. Algumas pessoas nessas horas adoram
criar monstros, fantasmas, colocar sua auto-estima lá no pé. Portanto se não
tiver alguém de confiança pra chorar no ombro, o melhor mesmo é tentar fazer
alguma atividade que você gosta, e que depois que casou ( ou melhor depois
que conheceu seu amor) nunca mais você fez. Vale fazer academia, pintar,
bordar, costurar, fazer artesanato, plantar uma árvore, dançar, cantar num
karaokê ou até mesmo ir pra balada. Assim você espairece sua cabeça, e de
quebra tem a oportunidade de conhecer gente nova, com cabeça arejada e livre
de influências negativas. Pessoas assim geralmente tem mais neutralidade
para dar uma opinião. Mas lembre-se: somente VOCÊ tem a chave dessa
porta. Somente você saberá a decisão mais correta. Se vale a pena mesmo
insistir em reatar esse relacionamento ou se vale mais a pena encontrar uma
nova pessoa. Se decidir por reatar, antes de mais nada, sente com ele,
converse. Mas CONVERSEM muito mesmo. Estipule metas, objetivos e sonhos em
comum. Planejem as coisas. Se policie. Se prometer ser mais atenciosa e
menos ciumenta, cumpra! Sei que parece difícil mas se você recuperar sua
auto-estima ( um belo corte de cabelos, uma tinta de cor diferente nos fios,
um bom salão são ótimos para isso! Ah, não me esquecendo numa comprinha
básica de shopping, aquele vestido lindo que você queria comprar ou aquela
sandália ma-ra-vi-lho-sa são bons métodos para uma injeção de auto-estima)
verá que além fazer bem para ele, fará bem para você mesma, te dará muito
mais confiança. Se for pra voltar, VOLTE. Mas volte de verdade. Mime seu
amor. Cuide dele. Se preocupe em agradá-lo, mas sem grude. Faça o teu
melhor. Troque de lingerie. Seduza-o como da primeira vez. Vendo tanto
esforço da tua parte, eu tenho certeza de que ele também retribuirá, se o
sentimento por você também for genuíno. Nenhum homem ( ou mesmo mulher) fica
neutro diante de tanto esforço, de tanto zelo. No mínimo ele se sentirá mal
se as intenções dele não forem as mesmas que as suas e te deixará livre para
um novo amor. E olha, fica aqui o meu recado: Nem sempre Deus tira as coisas
da vida da gente, ele apenas redistribui, porque nada nesta vida é por
acaso. Até nas lindas rosas existem espinhos. Pensa Nisso. Um beijo e fique
Bem. |
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| Pênis Pequeno
- enviado por Leo* |
| Oi Dona
Rhuanda! Me chamo Leo, tenho 18 anos. Estou com um grande problema na minha
vida, que não sei mas o que fazer. Tenho um pênis de 14 cm, com isso fico
com vergonha de me relacionar com mulher, a partir daí to a entra em site
homossexuais. Gostaria de saber o que devo fazer para resolver esses
problemas, de forma que possa parar de ter vergonha com mulheres e crescer
meu pênis. Grato. Espero Resposta. |
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Em primeiro lugar, obrigada
por enviar seu email, seja bem vindo ao nosso site Leo. O seu problema,
assim como o de muitos jovens e adultos é muito mais psicológico do que
físico propriamente dito. Todos nós de uma certa maneira pretendemos ao nos
relacionarmos emocionalmente, seja com homens ou com mulheres, fazer o
melhor para impressionar a quem nos interessa. E para tanto, criamos uma
enorme expectativa em torno de nós mesmos, de nossas capacidades e
principalmente de nosso desempenho sexual. Esta preocupação com o tamanho do
pênis é comum entre os homens. Essa ansiedade pode ocorrer na infância, na
adolescência ou na fase adulta. Meninos freqüentemente comparam o tamanho de
seus pênis com os dos outros. Piadas e brincadeiras surgem dessas
comparações. Para os especialistas, um pênis flácido mede de 5 cm a 10 cm de
comprimento. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a
ereção. A medida é feita desde o ponto em que ele se encontra com o corpo
(não com a pele) até a extremidade da glande. Se aplicarmos tração manual, o
pênis ganhará de 2 a 5 cm. Masters e Johnson (1966) verificaram que o pênis
em ereção mede de 12,5 cm a 17,5 cm. Um recém-nascido apresenta um
comprimento médio de 3,75 cm. Muitos homens, embora com pênis de tamanho
normal, o acham pequeno por várias razões:
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| "Numa
Fria" - enviado por Afilhado* |
Olá Ruanda, eu estou com um problema muito serio e
queria que você me ajudasse a resolvê-lo. É que eu estou
apaixonado pelo filho do meu padrasto e agora o que devo fazer. é uma
paixão muito forte eu não estou mais
agüentando. Será que devo falar com ele? |
Realmente, quando falamos em paixão, o assunto fica sério. Porque ninguém pode mandar nos sentimentos, mas, antes de largar tudo e correr para o abraço, é preciso medir as
conseqüências de nossos atos, e a quem talvez até prejudicaremos se seguirmos em frente. A questão maior é: você é correspondido? Sim, porque, não há paixão que
resista a uma rejeição. Nestes casos, a paixão pode até se tornar ódio e, ao invés de ser algo prazeroso e sadio, acaba machucando muita gente.
O melhor no seu caso é avaliar se realmente o risco de uma grande confusão em família é válido. Se o rapaz também
demonstra um sentimento de paixão ou interesse, é hora de sentar e ter um dialogo bem sincero sobre o assunto. Agora, se isto for platônico, ou seja, se só existir paixão e interesse da tua parte, eu acho melhor você se afastar por uns tempos, arrumar algo diferente para ocupar o seu tempo. Uma boa viagem, um curso, uma academia podem fazer muito bem, pois a gente ocupa a cabeça e conhece novas pessoas. Sair com o amigos também é uma dica, mas de preferência saia com aqueles que nem o conheçam, para que evite que acidentalmente, alguém comente sobre ele e faça com que você se lembre naquele momento de seus problemas. E olhe sempre à sua volta! Às vezes a gente perde excelentes oportunidades na vida por estar "envolto" com seus pensamentos. Uma simples ida ao supermercado pode se tornar o encontro da sua vida, desde que se esteja em sintonia com o mundo e com tudo que gira em torno dele...
Um grande abraço e tudo de bom. |
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| "Ejaculação Precoce" - enviado por
Gil* |
| Dna. Ruanda,tenho 20 anos, e desde os 17 descobri que tenho problema
de Ejaculação Precoce. Hoje mais que nunca sinto-me envergonhado com isso, principalmente no ato sexual, não
consigo me segurar nem dois minutos. É por isso que lhe escrevo, para saber o que devo fazer para ter uma vida
normal, sem este problema, ou a qual especialista devo recorrer. Agradeço desde já. Aguardo retorno via e-mail. Um abraço |
Olá Gil. A Ejaculação Precoce é um distúrbio bastante comum e que pode ter várias origens.
Primeiramente,vamos conhecer as razões e seu tratamento.
A Ejaculação Precoce, definida como a incapacidade de controlar ou adiar suficientemente a ejaculação para que os parceiros achem prazer nas relações sexuais, é um problema que aflige grande parte dos homens, principalmente os adolescentes no inicio da atividade sexual. Quanto mais cedo for procurada ajuda mais fácil o tratamento.
Atualmente, sabemos que tal como o mecanismo do orgasmo na mulher, a ereção e a ejaculação em um homem ocorrem quando um estímulo genital adequado ativa as vias nervosas da medula espinhal inferior. A sensibilidade dessas vias é, por sua vez, aumentada ou diminuída por mensagens que descem a medula espinhal, oriundas do centro sexual do hipotálamo, na base do cérebro.
É um tipo de infortúnio que parece desenvolver-se muito cedo na vida sexual do homem. Muitos, quando adolescentes, ficam condicionados a um rápido gozo na masturbação, por ser esta uma atividade secreta, escondida, perseguida pela culpa e pelo medo da descoberta.
Este impulso na direção do desempenho rápido geralmente é transferido para a primeira experiência com o sexo oposto; acrescente-se aí o fato muito comum de visitarem prostitutas cujo principal interesse não é a realização sexual do parceiro, e sim uma transa breve.
O que é mais freqüente nos dias de hoje, a primeira relação sexual de um rapaz pode acontecer no banco de trás de um automóvel, de um jeito apressado, não planejado, ou num sofá, na casa da garota, com o medo premente de que os pais dela possam voltar a qualquer momento.
Em todas essas situações acha-se presente não somente a excitação sexual, mas também uma boa dose de desempenho rápido. Esses são alguns pontos primários que seguem a
EP. Outra situação semelhante é quando se usa do "coito interrompido" para evitar a gravidez. Além de não ter valor como preservativo, há aumento do nível de ansiedade.
Ações provocantes da parceira, a percepção de que ela deseja fazer sexo, as circunstâncias de inibição (defeitos físicos, mito do pênis pequeno etc.), também são fatores que podem levar a
EP.
As mensagens do centro cerebral tornam-se irregulares e aleatórias, e podem deflagrar uma ejaculação precipitada.
Podemos pois afirmar que, quando a ejaculação precoce aparece desde os primeiros encontros sexuais, esta deriva de experiências condicionantes adversas na infância, resíduos de culpas adquiridas durante a masturbação na adolescência e/ou das primeiras vivências sexuais, onde predominaram: uma grande expectativa, elevada excitação sexual, alta ansiedade e pouca habilidade, gerando alguns "desastres", em resposta ejaculatória, pois nesse caso a incontinência pode ser indicativa de doença séria e/ou tratável.
Tratamentos
Devido a dificuldade em definir e identificar a causa da ejaculação precoce temos também uma dificuldade em propor o tratamento mais adequado e que solucione o problema a curto prazo.
De qualquer forma, o tratamento deve visar um aumento do período de latência ejaculatória, independentemente da causa parecer ser biológica ou psicológica.
Apesar da angústia e sofrimento do paciente com o problema é necessária a contínua obtenção de dados sobre o paciente. Entre estes destaca-se o perfil médico e o sexual.
A pesquisa de informações sobre o paciente possui não somente caráter diagnóstico como também visa elucidar as causas da EP, psicológicas e biológicas.
O comum enquadra distúrbios de fundo psicológico, como traumas, tensão e estresse, e de caráter biológico, como cirurgias pélvicas ou urológicas e medicações em uso.
A partir de um quadro detalhado, o médico assistente poderá optar por um tratamento mais individualizado, que atenta melhor o paciente dentro do contexto próprio de sua doença. Sendo assim o tratamento atenderá melhor o paciente e terá maior chance de sucesso.
As opções de tratamento são muitas. Incluem as inúmeras formas de psicoterapia e várias opções farmacológicas. Todos possuem indicações específicas, e somente um profissional capacitado está habilitado a indicar a melhor terapia para cada paciente. O importante salientar que a principal arma para o tratamento, é o reconhecimento do problema, pesquisa de suas causas e ajuda de um profissional capacitado, pois sabemos que a utilização de técnicas folclóricas e caseiras não trazem resultados e podem agravar o quadro. A ejaculação precoce é um problema comum e de grande repercussão na vida sexual do homem.
Procure um psicoterapeuta pois com certeza ele conseguirá diagnosticar as causas e qual o
melhor tratamento para o seu caso, Gui. Um beijão e tudo de bom.
( Agradecimentos ao site de pesquisa boasaude.uol.com.br e a
Bibliomed)
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| "Duvidas" - enviado por
Rameu* |
sou casado e a um ano
atrás conheci uma mulher...Nosso relacionamento na cama é muito bom e algum tempo atrás ela disse
que queria cada um fizesse o que queria...eu topei...Mas ela foi primeiro......começou me beijando o corpo todo,
fazíamos muitas coisas, mas ela chegou no meu ânus e beijou-o muito e logo após enfiou um
dos seus dedos. Já não agüentava mais de tanto tesão e ela pediu para ficar
de quatro.....fiquei, e ela tinha trazido consigo um consolo, lubrificou bem meu anus e com muito carinho me
penetrou. Naquele momento senti muito tesão e gozei depois de alguns minutos
sem ao menos me tocar no pênis. Mas a partir dai, tenho sentido muito tesão no ânus, e as vezes me sinto
culpado de ter deixado ela fazer isso. Tenho muita atração por mulheres, mas
ela me deixou com muita vontade de ser penetrado sempre que estamos juntos,
e também quando estou sentado, me excito facilmente. Agora sempre que estamos juntos, fazemos de tudo, e ela me penetra,
inclusive quando estamos transando. O que sinto? Devo me recriminar por isso? |
| Olha Rameu, pelo o que eu percebi isto se trata de uma relação extraconjugal,ou seja, uma relação de
estravazo, uma velha estratégia de se suprir uma necessidade ou de "superar" um relacionamento frustrado. Acredito que a única coisa da qual você deveria se recriminar é de estar enganando a alguém e a si mesmo, vivendo um duplo relacionamento.
Com relação ao seu desejo, ele é perfeitamente normal, pois há estudos que comprovam que 80% dos homens sentem um forte desejo sexual se estimulados na região do ânus. Todos passam uma idéia preconceituosa de que homem que gosta de ser tocado no anus é gay.
Não necessariamente. Ser homossexual significa ter desejo erótico somente por pessoa do mesmo sexo. Ter prazer com toques ou até mesmo penetração no ânus é outra história. Não é isso que determina a homossexualidade de alguém. |
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| "Me
ajude2" - enviado por Leonardo* |
Olá Dna. Ruanda, tudo bom? Já lhe escrevi, e vou usar o mesmo nome, sou o Leonardo que lhe falou sobre a atração
por homens que não quero sentir. Gostaria de lhe perguntar mais coisas. Tenho muito medo de ir a um
sexólogo por receio, minha mãe nem ninguém sabem sobre isso, podem suspeitar, mas nunca falei. EU NÃO QUERO
MAIS SENTIR ISSO, quero me casar como já disse, ter meus filhos, quero que essa atração
física suma, não quero mais me excitar vendo um homem bonito, e sem vendo uma mulher bonita, por favor me ajude, eu não sei o que
fazer, estou muito confuso com tudo isso, só de uma coisa tenho certeza, a de que não quero isso para minha
vida. Não sei o que fazer, tento mais essa atração é maior, por favor, me ajude, por favor! |
| Querido Leonardo, eu compreendo que você está bastante
confuso, mas sem a ajuda de um terapeuta sexual ou mesmo de um psicoterapeuta, que analisará cada detalhe de sua vida,
seus sentimentos, sua convivência com as pessoas, é muito difícil dar um
diagnóstico preciso. O que sei é que esta situação está te machucando emocionalmente e deve ser
tratada o mais rápido possível. Está claro para mim que você está passando por uma fase, que tem motivo e solução. Mas para que seja resolvido corretamente
é necessário a ajuda de um bom profissional para detectar a razão pela qual você quer mais não consegue
sentir atração por mulheres. Procure dialogar com sua família, demonstrar o quanto isto
está te prejudicando. Peça ajuda à sua mãe por mais constrangedor que este problema
seja, o que é natural, tenho a certeza de que sua mãe lhe dará todo o apoio que você precisa neste momento. E lembre-se, um problema como segredo geram dois problemas : o medo e o problema em si. Sua mãe poderá inclusive, lhe auxiliar a procurar um profissional qualificado
e de confiança. Nenhuma mãe gosta de ver seus filhos em situação constrangedora. E quem melhor do que ela para compreender a sua aflição? Um forte abraço e tudo de bom. |
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| "Amizade
Colorida?" - enviado por Marcelo* |
A minha dúvida é a seguinte. Há muito tempo, conheci um cara na academia, que passou a ser um grande amigo meu até hoje. Com o passar do tempo acabei me apaixonando por ele. Há muito tempo vinha escondendo esse sentimento dele, pois, além de eu não ser de me expressar muito, ele era heterossexual. Apesar disso, ele sempre deu indícios (ou parecia que dava) que estava afim de algo mais, mas nunca dizia diretamente. Até meus amigos desconfiavam que tinha algo de mais nesse tratamento que ele tinha comigo. Até que um dia eu me abri pra ele, dizendo que gostava dele. Apesar de dizer que se envolver com homens estava fora de seus princípios, ele ainda continuou dando indícios.
Certa vez em uma festa, ele acabou confessando que gostava de mim mais do que como amigo, antes de declarar pra um outro amigo que tinha um sentimento muito forte por mim, mas estava confuso, não sabia lidar com isso, que tinha medo. Nesse dia, fomos pra casa de uns amigos passar a noite lá e dormimos na mesma cama, mas nada aconteceu por eu respeitá-lo acima de tudo.
Quando pressionei ele dizendo que queria ficar com ele ele desmentiu o que disse e que não tinha nada a ver com ele ficar com outro homem. Daí eu disse que iria me afastar dele, mas ele mesmo sabendo de mim, não queria perder minha amizade.
Descobri recentemente que ele ficou com minha amiga, que sabia o que eu sentia por ele, e que ele estava atraído por ela, e que em relação a mim sempre foi apenas amizade.
Qual é realmente a dele? Por um lado ele não tem coragem de entrar nessa relação. Por outro, já vivemos tantas coisas que não se adequam a dois amigos heteros, além dele ter falado que se tivesse que transar com um homem, iria ser eu.
Como ele pode viver tão intimamente e com tamanha cumplicidade com alguém que gostava dele e ele sabia? |
| Marcelo, o que aconteceu com o seu amigo é o que na gíria diríamos assim: "ele amarelou". Acredito que o sentimento de amizade dele por você era muito forte e toda a pressão que ele sentiu apos as suas declarações de sentimento que ele sinceramente se imaginou "gostando de você além da conta". Mas por virtude de sua educação, criação e pelo fato de ele ser heterossexual o deixou confuso e apavorado.
Infelismente, a gente não pode mandar em nossos sentimentos. Eu sugiro a você que tente tê-lo somente como um ótimo amigo, mas que dificilmente terá um relacionamento homossexual com ninguém. Talvez somente por curiosidade ele até se convencesse a transar com você. Contudo, como a
índole dele é sentir desejo por mulher,ele se arrependeria e com certeza fugiria de você como diabo foge da cruz,o que traria à você um enorme sentimento de culpa e rejeição. O fato é que seu amigo adora a sua companhia, sua amizade e ponto final. Tentar ultrapassar este ponto é sofrimento na certa para os dois. Um abraço ! |
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| "Virgindade
Tardia" - enviado por Rafaela* |
| Olá,Ruanda,me chamo Rafaela,tenho 27 anos,e sou virgem!
Minhas amigas todas tem ótimas experiências sexuais e são mais novas que eu.Quando me conto fico até empolgada mas na hora H não consigo me soltar,é um misto de medo do que ele vai pensar,vergonha do meu corpo(que por sinal é normal e bonito),insegurança...Quando estou com um homem
não sinto vontade de transar com ele,gosto só de beijá-lo,e como já tenho 27 anos,estou preocupada,será que sou FRÍGIDA? |
Cara Rafaela, pela sua descrição o seu problema pode sim ser frigidez.
Frigidez é uma disfunção ou alteração da função sexual feminina, principalmente no que tange ao desejo sexual. Apresenta-se como um bloqueio total ou parcial da resposta psico-fisiológica de excitação. As características principais deste transtorno são a deficiência ou ausência de fantasias sexuais e a ausência do desejo de ter atividade sexual, com conseqüentes sofrimentos ou dificuldades interpessoais. A mulher pode vivenciar este quadro na totalidade da expressão de sua sexualidade (global), ou apenas com determinado parceiro ou em situações específicas (situacional).
A mulher que vive este transtorno tem pouca ou nenhuma motivação para a atividade sexual. Ela dificilmente procura o parceiro para uma relação sexual e quando este a procura tende a relutar em acompanhá-lo. Ela tem a tendência a não se sentir frustrada ao ficar privada de oportunidades de vivenciar sua sexualidade.
A primeira grande divisão que devemos fazer entre os diversos fatores que concorrem para o surgimento deste quadro, é em relação à origem: psicológica, orgânica ou se envolve os dois fatores. Citarei aqui as causas mais freqüentes:
Origem orgânica: dispareunias (dor na relação sexual), alterações hormonais, debilidade física em função de doenças ou pelo uso incorreto de medicamentos.
Origem psicológica ou social: educação sexual castradora, fatores religiosos, tabus, crendices, violência sexual (abuso ou estupro), medo de engravidar, envelhecimento, dificuldades do cotidiano, baixa auto-estima, auto-exigência exacerbada, ansiedade, excessiva preocupação com o desempenho, insegurança, estresse, depressão, desconhecimento do próprio corpo, etc...
Um outro conjunto de fatores muito comum está ligado a qualidade da relação afetiva. É muito freqüente a visita ao consultório de mulheres que se consideram frígidas por não conseguirem viver a sexualidade no casamento. Quando observamos com mais cuidado, o casamento está extremamente desgastado, sem diálogo e com uma montanha de ressentimentos entre os cônjuges. Percebe-se uma monotonia conjugal, com práticas sexuais pouco gratificantes. Essas mulheres se sentem frustradas por não conseguirem viver a relação sexual com alguém com quem não se sentem bem. Quando a origem é emocional o tratamento ao qual o paciente se submete é um processo psicoterapêutico. O ideal em seu caso é procurar a ajuda de um
profissional para melhor orientá-la.
Um abraço e tudo de bom ! |
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| "Relacionamento" - enviado por
Dick* |
Oi, Dna. Ruanda! Preciso que
você me ajude. Sou uma homem de 29 anos. Desde pequeno eu
descobri que sinto atração sexual por homens. Não levo uma vida promiscua e
nem aparento gostar de homens. Também não tenho minha vida sexual assumida e
procuro ser o mais discreto possível com relação a isto que sinto. Tenho uma certa duvida com
relação a me aproximar de um homem para sexo. Não sei fazer isso, não sei paquerar, chamar a
atenção de um homem e muito menos demonstrar que estou afim dele... não sei interpretar
comportamento que me dão a certeza de uma abordagem... fico muito, mas muito inseguro mesmo,
porque desejo ter um cara que seja discreto que não saia por ai dizendo para
os outros que teve relação sexual comigo. Eu não gostaria de ser tímido e
fechado. Talvez isso esteja relacionado com o fato de eu ser portador de uma
problema físico na minha perna direita. Penso ser isso a minha dificuldade
em acreditar que um dia vou conseguir conquistar uma cara legal. O que quero
e carinho, atenção, sexo de qualidade e com responsabilidade e respeito,
apenas isto, nada mais. Grato! |
| Querido Dick, você já parou para pensar o modo preconceituoso com o qual você mesmo encara toda esta situação? Tente superar isto, valorizando a você e seus sentimentos, que são muito mais do que uma simples deficiência. É muito natural sentirmos uma certa insegurança em abordar alguém para paquerar, mas isto é natural e espontâneo, até mesmo em uma situação homossexual. Um flerte acontece quando a gente menos espera. Pode ser na padaria, no ponto do ônibus ou em um cinema. Com relação à sua insegurança aos sentimentos de seu futuro companheiro, experimente manter algum contato com alguém via e-mail ou ICQ. Tente arrecadar o máximo de informações que sejam válidas a você e seja sincero com a pessoa e consigo mesmo. Procure trocar fotos e ter uma certa intimidade antes de marcar qualquer encontro. E jamais omita detalhes importantes. Tenho a certeza que você encontrará o seu "cara legal" em meio a este mar virtual da internet. Um grande abraço e boa sorte! |